Saturday, August 11, 2007

AG Ciclone e N Closah Desembarcam no Hip Hop Time

AG Ciclone e N-Closah são dois nomes do hip hop Matolense e que estiveram no Clássico Hip hop time na edição de 5 de Agosto a participar na rubríca “Num lero com...” e obviamente no “Switch On”, espaço de “freestyle”. Pinho Records é o nome do estudio do qual eles fazem parte e pretendem trabalhar conjuntamente com varios rappers da Matola. Do ultimo encontro realizado na Matola num dos recintos desportivos daquela urbe ficou agendado o lançamento de uma compilação só de rappers da Matola, Mas também de pequenas excepções em relação a rapers e outros municípios. A ideia principal é priorizar trabalhos conjuntos onde varios rappers tem a oprtunidade de mostrar os seus trabalhos e deixar lançamentos individuais para mais tarde, isto porque na opinião de N-Closah e AG Ciclone é preciso haver uma aproximação entre os fazedores do Hip hop no geral e eles querem levar adiante o exemplo nessa referida compilação. AG Ciclone é um rapper que já trabalhou em tempos com “P Underground” tendo registado temas bombasticos com rappers como “Flash” e “Residuo de Metais Fundidos”, embora esteja agora virado para a Pinho Records com, Ciclone não discarta a hipótese de voltar a trabalhar com “Flash” pois sente que guarda um registo positivo do trabalho com Flash e P Underground e rematou:-Foi uma fase de boas experiências!

Há cercade três semanas o Clássico Hip hop Time recebeu das mãos de Pinho Records representada por AG Ciclone um Cd com Três temas de grupos distintos para serem divulgados neste espaço. Dos três grupos priorizamos pelos parâmetros técnicos apresentados apenas dois grupos falo de Loggers e Nef Guiva que num primeira passo mostram um potencial promissor em termos de performance e linha de temas apresentados.

N Closah foi o produtor das musicas apresentadas das quais teve a oportunidade de falar com mais profundidade nesta edição. Uma alegria intensa e o orgulho de estarem no Clássico Hip hop Time inavadia o interior de AG e N Closah nesta edição: - O mais importante é crescermos em conjunto!- disse N Closah a propósito da da grande compilação a ser preparada para os rappers residentes na Matola. A presença destes Rappers ficou marcada com um Freestyle de AG Ciclone sem duvida com o toque de temas de contextação e intervenção social sempre num discurso aparentemente pouco claro como é hábito do rapper e esta foi num isntrumental de First Class, uma espécie de interCâmbio atravês da musica. Haverá mais da MTL Concerteza nos próximos tempos, a ver vamos.

Friday, August 10, 2007

"The Return Of The Magnificent" em Revista


Jazzy Jeff está de volta aliás nunca esteve ausente, com um novo trabalho discográfico. Desta ver a optar pela produção total do seu LP “The Return of the Magnificent”. O titulo do album não se refere a um grande regresso como se de impacto forçado se tratasse. Mas um regresso com a classe que nos habituou este DJ e produtor de Philadelfia. O album começa por uma introdução ligada a musica “Hip hop”, onde se faz uma pequena homenagem a cultura Hip hop.


Toen Gabz e Arif são os rappers que adaptam algumas liricas da “old school” para esse beat com “scratches” interessantes pronunciando o título do “Job”.A seguir encontramos Pos Dnous do Grupo Dela Soul que trás a marca do seu grupo num beat com o titulo “let ear you clap”, onde Jazzy Jeff Sequenceia samples de Piano numa musica que provavelmente nem nos apercebemos da ausencia do baixo, atenção para a disposição dos samples vocais no refrão. A linha musical de Jezzy Jeff neste album é bastante melodica, Jeff não abusa da facilidade técnica para fazer musica de melodia limitada e repetitiva. Há espaço para varias tonalidades numa só musica. “Eshon Burgury” dos Black Ice é uma voz da nova escola Hip hop que faz a performance neste balanço ideal para pista que é o tema “Run That Back”.Kel Spencer mostra as suas habilidades em termos de “delivery” no tema “definition”, uma espécie de ousadia ao repar, num beat em que Jeff mais uma vez mais coloca um sequência de acordes de piano. Até aqui as palavras dos titulos das musicas são pronunciadas atravês do “Scratches” ou seja o DJ Também fala. Equanto define-se um bom DJ, kel Spencer fala da definição de um MC Real.A composição hip hop a moda nova escola Hip hop no contexto norte americano volta no tema “Jazz n Fess”, Rhyme Fest é uma revelação escolhida por Jezzy Jeff para este tema. Jezz n Fess é o tema posterior a uma composição cuja as melodias fazem nos lembrar o grupo Floetry aqui Jazzy Jeff alia-se ao R&B e chama a voz penetrante de China Black outra revelação para o campo das novas tendencias do R&B.


Mais Tarde na sétima faixa aparece J-Live e dão concerteza um toque Jazz ao beat com variaçoes interessantes de meio a meio tom. A musica tem como titulo Practice.O VS-2480 CD denominado “Digital Studio Workstation” da Roland é a maquina que Jezzy Jeff tem de preferencia como a caixa dos grooves para as suas produções atravês de uma colecção de vinys ou atualizando de quando em vez a sua maquina atravês dos “Cards” com “grooves” e Sons, ele vai a busca do som imaginado ou registado na sua memória. E isso acontece um pouco no tema “Supa Jean” da liricista Jean Grae uma das escolhidas para esse tema que trás uma base instrumental que uma vez mais transporta-nos época da nova escola hiphop no contexto Norte-Americano. Não faltaram rappers do seu tempo a começar por Posdnous no tema “let me ear U clap” mas também de Brooklyn veio Big Daddy Kane que ainda tem brilahdo no circuuito underground. A voz grave de Big Daddy Kane continua a mesma hoje pode se apreciar com nostalgia o tema “The Garden”. Tão bem como ontem Daddy kane é um Rapper seguro do talento que tem.


O rapper Kardinal Oficcial que atualmente tem se dado muito bem entre os produtores Nova Iorquinos é chamado a mostrar as suas habilidades num som em que a sua performance tem atitude mas a instrumental suaviza essa agressividade do rapper e cria um equlibrio com um groove agradavel num tema com titulo “She Was so fly” de seguida uma introdução de “scrachtes” da inicio a presença de Method man pensamos ser intenção de Jazzy Jeff, diversificar as presenças no seu album e esta é uma instrumental que se segue a linha Wu-tang sem deixar de lado as caracteristicas de Jazzy Jeff. CL Smooth antigo parceiro de Pete Rock aparece na decima segunda faixa lembrando-nos da epoca dos discos “All souled out” e “Mecca and the soul brother”, CL smooth canta no refrão e dá o seu toque rap a uma instrumental com base funk sendo possivel nela também participar uma voz R&B.TOwn Gabz volta a cena no tema “Go and See Doctor 2k7” num autentico funk instrumental bem ao estilo dos R&B niggaz como se costuma dizer. Peedi Peedi , Biz Markie e Dave Guetto estão também presentes esprestando os seus Skills a Jeff deixando este ser o responsavel pela composição integral das suas musicas. É importante referir que a habilidade de Jezzy Jeff está em fazer composições que só os técnicos de estudio poderiam notar que as suas musicas são feitas duma forte presença de cortes e “scratches” de vozes do que de efeitos, colagens, mistura e samples por ele investigados. Jazzy Jeff continua não dar oportunidade a musica descartável nas suas produções tornando-as relíquia logo a partida.


Este é um disco para ouvir com a maior das calmas mas concerteza o ouvinte terá que ter a noção da essência Hip hop na sua diversidade sonora em todos os tempos para que o disco lhe caia bem.O Classico Hip hop Time recomenda que procurem escutar este”The Return of the Magnificent” O Seu LP de 2007.
Por Hélder Malele

Friday, August 3, 2007

Hip Hop representado no "Aquario Soul"

Na Onda dos Acústicos ao Vivo do movimento Neo Soul Maputense que começou com o projecto Clave de “Soul” Part 1 e Part 2, vem também no mesmo espirito o Aquario Soul onde estão no centro da iniciativa a divulgação e a connexão Afro-Hip-soul-Jazz. Tal como o Jovem Feling Capela, fundador do projecto Clave de Soul, Hélder Leonel leva adiante o comum da ideia. Divulgar as novas tendências duma classe da musica Jovem Moçambicana onde “tocar” é o fundamental.
Porquê Aquario Soul? Certos gêneros musicais se confinam a pequenos espaços e a um pequeno meio que atua de forma isolada da maioria, por um lado pela ausência de maior espaço, por outro lado porque a maioria divaga na musica discartável. Estes “peixinhos”, quero dizer, musicos, espelham na diversidade uma invejável qualidade, e se não estão no meio do mar ou massivamente conhecidos, estão expostos num Aquario. A primeira exposição do Aquario será no Africa bar as 22 horas com...

First Class 4 jovens no sangue do Hip hop alternativo, conhecidos pela musica “P’ra Ficar” um balanço street disco produzido por Mr Arssen e atualmente se destacam com o hit “tonight”. Track Records é o seu “imprint”.

Nelma não gosta de ser comparada a outros musicos mas pode ser considerada o retrato de “Badu”. Sem duvida reconhecemos nela a originalidade pelo seu estilo Soul afriodisiaco, mesmo na forma de ser. Animo leve mas agradável em palco. Segurança é o seu forte

Faceoculta Por mais que tente seguir outras correntes musicais, carrega nas costas o movimento hip hop nacional. Hip hop consciênte e alternativo seguidor incontornável do Rapper Common. Musica para sí não é um produto é arte, e está a procura de um lugar na musica para ser eterno.

Bakka A fusão do Funk, Soul e as aparentes complexas tonalidades vocais são o seu forte Ed motta e Johnnatan Butler, são algumas das suas influencias. O arranjo é factor indispensável nas suas apresentações. Para além de ser bastante Humilde não dá importancia a sua tendencia de director artístico. Mas devia da-lo

F&G o hiphop não faria sentido sem este Duo de Hip hop alternativo, muito influenciados por sons Orgânicos. Gringo é um dos rappers e produtor do Duo e faz nos pensar que as suas musicas foram gravadas por uma banda quando na verdade foi buscar tudo no “Fruty Loops”. A mensagem, essa é um prodígio. Participaram na compilação “mais hip hop no teu ouvido” com o tema “frases soltas” mas We still shakin our heads com o tema “uma tarde em paz.



Miguel Xabindza se Maxwell fosse Moçambicano se chamaria Miguel Xabindza, não se sabe exactamente como é a voz de um anjo. Mas a de Miguel é sem duvida Angelicál. Ele e a Guitarra Clássica formam um par interessante. Também influenciado por Lokua kanza, Ed Motta e Johannathan Butler Miguel vai dar muito que falar, atenção meninas...
É Esta a propostas para o dia 4 de Agosto as 22 Horas no AFRICA BAR
Nelma e Miguel
Bateria: Almeida
Baixo: Adérito
Guitarra Solo: Michael
Guitarra Ritmo: Miguel
Teclado: Venâncio

F&G, Faceoculta, Bakka e First Class

Bateria: Almeida
Baixo 6 cordas: Arthur
Guitarra Jazz “Cort”:Elcides
Teclado: Fidy

Aquario Soul after Disco com Musica de Seda atééé...

R&B Zouk, Hip hop, House, Lounge e London Acid Jazze Funk com…

DJ’s Celsinho, Hélder Leonel & DJ Beat Keepa


Wednesday, August 1, 2007

"Kay Real" de punho erguido no "Hip hop time"

No dia 29 de Julho foi a vez de Kay Real conversar com o Classico Hip hop “Num Lero Com...”. Desta Vez sem guião de perguntas Hélder leonel teve que se equilibrar e não descarrilar na conversa com o convidado, o facto é que Kay Real carregava um discurso bastante forte e de recados fortes para os ouvintes e para toda comunidade hip hop. Epa , essa cena de Underground ou Bounce, epa essas diferenças nem deviam existir”. Disse Kay Real com um tom de aborrecimento e adicicionou:-O que esses niggas tem que fazer é Ler maningue meu... porque eu por exemplo aos fins de semana, em vez de ir assistir aos gajos eu prefiro ficar em casa a ler...”.

Tal como outros Rappers que por alí já passaram ele falou dos seus idolos Norte –Americanos, citou nomes como Gangstarr, o mais engraçado nesta conversa foi ter tido a mesma resposta de Sick Brain, é que os dois são fãs entre sí. E algo que eles tem em comum é escrever e repar contestando as nossas politicas sociais e económicas e se ligar muito as periferias organizando shows porque sentem que é lá onde estão os seus verdadeiros fãs, procurando resgatar a essência do Hip hop de ponto de vista de KRS One. Kay Real falou do que há muito tem sido filosofia do nosso programa:- Eu acho que Underground não é fazer batidas maningue agressivas e sem qualidade e achar-se que se é underground, acho que o underground tá aqui dentro... seres real contigo próprio. Não andar aí com exibicionimos, materialismos porque essa cena toda rima com capitalismo...Como se pode ver Kay Real resumiu o seusentimento sobre o estágio do nosso Hip hop de uma forma curta e clara. Com um ar de cansado, mas com “saco” para reverter a situação Kay disse que a sua opinião sobre o que se devia fazer para caminarmos na mesma estrada devia haver união:- Os niggaz tem que marrar, a cena é que temos que ser intelectuais, pois é a unica forma de fazermos coisas que fazem sentido marrar, marrar, ler maningue Brother H!- Palavras do nosso convidado Kay Real na edição do dia 29 de Julho do Clássico Hip hop time. O próximo convidado será provavelmente Gillman Ivan um rapper bastante promissor.

Monday, July 23, 2007

O Inverno Chegou!

Esta semana o nosso programa apresentou a nova musica de 100 Paus, “0 inverno chegou”, um som para se prestar atenção devido as novas sensibilidades temáticas do rapper, mas também é de própsito que se fala de inverno caracterizando-o com circunstâncias agradaveis tal como o verão. 100 paus quis contrariar o facto do entretenimento em Moçambique definir bons momentos apenas os do verão. Esta nova musica trás tambem uma doce presença da voz “N-Star” antigo colega no “Auto Squad”. O Rapper e produtor G pro Label vem desta vez mais calmo aliás, já tem sido assim desde o tema “bla blá” mostrando que o seu “flow” carece de bases instrumentais melódicas e calmas. Lembro-lhe que a G pro ganhou o prémio de melhor grupo Hip hop no festival e prémios Hip hop time em 2005, na altura receberam o prémio sem “Duas Caras” em virtude deste ter “desertado” para o grupo Xtaka Zero, mas “Duas” levou também para casa o troféu de melhor Rapper a nivel do nosso programa. A vossa atenção nas próximas edições para o som "o inverno chegou" de 100 Paus.

Monday, July 9, 2007

LONGA CAMINHADA

São mais de 20 anos de emissão do canal jovem e comercial da Radio Cidade fm, um dos emissores da Radio Moçambique, antes emissão C, tornada Radio Cidade muito pela ideia do Jornalista Cultural e produtor Izidine Faquirá, Intitulado "O Regulo" nos corredores do departmento de redacção da Radio Cidade e Antena nacional onde desempenha atualmente a função de Director. Uma nova expressão, caracterizada por ousadia e sobretudo criatividade eram a imagem sonora deixadas por um grupo de jovens DJ's e nimadores de radio que fizeram historia ao longos dos anos. Como pioneira das fm's, tem se auto-titulado na voz de alguns dos seus locutores como "a mais nobre das fm's".
Todas as radios fm's locais tiveram no seu surgimento como referência a Radio Cidade. É de facto a escola de Radio e vai no proximo sábado comemorar 8 anos de emissões ininterruptas num espectáculo no "coconuts-live", antecedida de uma "passeiata" ao longo das principais avenidas onde a interactividade será o centro da movimentação em Maputo e arredores. Marlene, Neyma, Trio fam, Anakonda, DE Javu, Xtaka Zero e Xtream são alguns dos nomes que vào desfilar em palco, mas apointa-se também para o momentod e freestyle com alguns dos nossos poetas de rua como Duas Caras, 100 Paus, Hernani e 3H em virtude da radio cidade ser a pioneira no desenvolvimento da cultura hip hop.
Os Dj's Samito, Serito e Eduartdo PM sãoo convidados a fazer exposição de raridades nos primeiros minutos do Show. E como a radio cidade é feita os nomes mais sonantes do entrenimento em maputo so DJ's residentes terào Duas caras, é que o Mandito e o Damost sào DJ's residentes do Coconuts-live e colaboradores na mais nobre Fm .Já sabe, quer conhecer de perto os profissionais da cidade fm, quer se juntar a HotSpot da cidade no sábado. venha valorizar esta Longa caminhada no dia 14 de Julho no Coconuts Live as 22horas

Monday, July 2, 2007

“...APROVEITEM A OPORTUNIDADE DE SEREM RAPPERS...!”

“...aproveitem a oportunidade de serem rappers..!- Disse Dinguizwayu, Membro do Duo Xitiku-ni- Mbaula em entrevista ao programa hip hop time da radio cidade, era a unica coisa que podia dizer na hora de deixar a ultima mensagem para os ovintes naquele momento, por sinal o ser rapper é algo de dimensões cosmicas. Os rappers participaram no espaço “Num Lero com...” na ultima edição”. O momento foi caracterizado como euforico em estudio, tendo eles quebrado as regras começando por um “freestyle” feito por S-Gee. Gee, Pautou por uma presença suave, acompanhada dum flow por vezes entoado a Soul e como se sabe, embora fosse em ronga não faltou aquela presença subtil das palavras em inglês mostrando as suas influências do “Soulfejo” a Philadelfia Style.

Fazendo um resumo do que foi a conversa com Xitiku-ni- Mbaula, O grupo disse que o nome “Blacks de Pedra” era ainda válido porque a mudança para Xitiku ni mabula era só para originalizár mais o grupo, mas tanto um como o outro nome são a mesma coisa. Sobre o facto de viverem no municipio da Matola neste caso concreto S-Gee reside em “Singatela” e Dinguizwayu no Patrice Lumumba, eles disseram que tentam tirar o positivo das duas zonas aliada a experiencia que tem da cidade, local onde estudam e atuam e registam os seus temas. Mas é mais na zona o vulgo bloco na usa gíria onde se inpiram para fazer as letras das suas musica.


“...Epa, é simple,s acho que todo gajo que faz rap sabe disso, a malta grama de falar da nossa realidade e isso é muito bom quando se faz sem medo”

Falando da experiência em terem participado a convite da “Cotonete Records” na compilação “mais hip hop no teu ouvido”. “Xitiku-ni mbaula” foi curto ao dizer que foi excepcional porque aprovaram tudo e saíu tudo bem. Ainda por cima num instrumental de Gringo não haveria algo melhor. Seguimos para uma outra questão em que quisemos saber quem eram os seus idolos tanto aqui como acolá. “S-Gee” tem como referência Pharaoe Monch, rapper de Queens em Nova Iorque nos Estados Unidos e DinguiZwayu vê o seu idolo em KRS-One outro rapper Norte Americano do qual diz manter-se a varios anos na mesma linha sem subidas nem descidas no seu talento. Preferiram não adiantar nada sobre qual será o tema central do seu possivel lançamento discográfico e depois de mais um “Freestyle” desta vez em Duo, a mensagem que ficou era de agradecimento a todo o pessoal dos bairros onde residem, pela força e que ninguem perdesse a oprtunidade de ser rapper.