Wednesday, July 9, 2008

"Hiphoptime" servindo o hiphop nacional

Seguem-se fotos de momentos no estudio auditório da radio moçambique no ambito do encerramento do elemnto MC que foi destacado no mês de Junho no classicohhtime. mais adiante um artigo que faz a reportagem do se viveu no dia 30 de julho. Onde se fizeam sentir partcipações maduras, suficientes e outras ainda por amadurecer.









Classicohiphoptime voltou ao convivio directo com os seus ouvintes no estudio auditório da radio cidade, na transmissão do programa da Radio Cidade, fechando assim o mês de Junho e a discussão sobre o elemento MC. O tema da produção musical trouxe novos horizontes com os produtores a intercambiarem e a convidarem-se uns aos outros para conhecerem novos caminhos no uso do software, por sinal a forma significativamente mais usada para a composição de balanços hiphop. No Mês de Junho escolhemos o elemento MC , como a discussão a seguir onde tal como no mês anterior fizemos uma serie de edições em que foram destacados alguns dos MC’s históricos em toda a cena Hiphop, rodamos MC’s que divergem opiniões nas suas competencias como tal, mas tambem MC’s de Consenso. Chuck D, Nas, KRS One, Big Daddy Kane, Big L, Kool Keith, Notorious BIG, 2Pac, Talib Kweli, Bahamadia, Jean Grae, Common, Chubb Rock. Contudo temos a consciencia de que faltaram aqui numerosos MC’s cuja ausencia se faz sentir nas colecções do classico hiphoptime. Da parte Moçambicana quisemos reconhecer seu trabalho como MC’s de pessoas como Sick Brain, Xitiku ni Mbaula. K Real, L Nato, Azagaia, Rage, Izlo, Almas Habitantes e outros.
Exactamente no dia 30 de Junho com pretexto tambem na celebração do 25 de Junho(Dia da independencia de Moçambique). O Classico hiphoptime levou ao estudio auditório rappers e ouvintes convidados a encerrar o mês do MC atravês de atuações e uma conversa/debate. As atuações foram espectaculares não tendo havido nenhum sobressalto neste aspecto, até porque os rappers chamados ao palco nesse dia ja tem alguma experiencia em palco excepto o grupo Timbone Ta Djá e Prolific Brains que acreditamos ainda terem pouca experiencia em termos de atuações. Sick Bran, Naparama, 911(9na Xpada e Decimo terceiro), Sistema Aliado, K Real, Izlo, DJ Speech e FreeYamind foram os MC’s e DJ’s em serviço neste dia.

Mau Aproveitamento de antena
Já é dificil( embora seja fácil rodar em radio tanta musica sem qualidade)rodar nossas musicas na radio, seguidamente tambem o é, ter acesso a um espaço de antena e um auditório onde possamos discutir, seriamente, com inteligencia e proveitosamente questões que deiam solidez ao movimento hiphop, mas não...alguem já nos disse que decepcionar-nos-íamos muito mais em relação ao que pensamos sobre o hiphop e as nossas atitudes. Entre mediucre, mau, suficiente, bom, muito bom e excelente, ouve quem se destaca-se mais em classificações para mau e muito pouco se sentiu de bom e muito menos de excelente. Desde a tendencia de sair dos temas em discussão até a intervenções movidas por más interpretações de nossos discursos, passando por posturas que pouco ou nada tem haver com um programa a ser trasnmitido para o ar num estudio auditorio daquela envergadura. Reclama-se falta de espaço para nos expressarmos, mas na hora tornamos as coisas mais difusas. Nós não sentimos nenhum “feedback” positivo das intervenções de muitos participantes na discussão depois daquele dia.

É nisso que dá quando damos lugar a um participação livre e aberta onde um microfone estava disponivel para qualquer um que quisesse participar, mas era de se esperar já que não criamos um painel e com convidados previamente selecionados como aconteceu na discusão sobre a produção musical e engenharia de som que tambem aconteceu no estudio auditorio. Falar e escrever é o que mais fazemos e por vezes nos perdemos ou perdemos tempo na procura de respostas que não estão connosco se não em cada um de nós. Desculpem a paragem drástica mas ficamos por aqui, “aparentando” para a nossa tranquilidade, saldo positivo pelo facto de pelo menos termos sido muitos e juntos em nome do Hiphop no dia 30 de Julho de 2008.

Tuesday, June 3, 2008

MC, o elemento em destaque no mês de Junho

Este é o mês da discussão em torno do elemento MC, é assunto que convida muita gente a prestar atenção, mas também assunto dificil e despreocupante para muitos outros. O facto é que para o clássicohiphoptime falar de MC como mestre de cerimónias é estar devidamente ligado ao hiphop como cultura que ao longo da sua história definiu varios elementos entre os quais 5(cinco) principais a saber: Graffite, relacionado com as artes plasticas, pintura e decoração de murros sub-urbanos, tendo exactamente o seu ponto excitante o facto do artista não estar autorizado e correr-se o risco de apanhar uma multa. Neste elemento é normal que as autoridades não incriminem o grafiteiro aproveitando a beleza da obra para estética no bairro, ou cidade. O grafite insere-se nos elementos da cultura Hiphop como uma forma de estar de manifestação social e artistica.

Outro elemento é o DJ, na gênese Hiphop a pessoa que animava as festas, como o MC atualmente, com uma mensagem que mantém as pessoas no ritmo das “block parties”
( Festas do bairro). O DJ era acompanhado pelo “selector”, era assim designado o que usava o “soundsystem”(o sistema de som) e tocava a musica dos “turntables”(gira-discos) mais tarde o elemento deixou de responder o seu próprio termo “Disc Joker”, tarefa que servia também como “master of cerimonies”( Mestre de Cerimónias), passando ser o DJ aquele que seleciona e toca a musica. O que quer dizer que para as origens do hiphop dos suburbios Jamaicanos, DJ Speech seria o “selector” e o DJ seria o “rapper” ou MC que anima a festa ou o “show” .




O terceiro elemento é o da dança, o “break” é o elemento de expressão corporal, “the Hip to the hop”, com movimentos específicos e com designações próprias como a “hélice” , a “cobra” as simulações de passagem de energia e outros, feito pelos “B-boys” o que quer dizer “breaker boy. A musica usada tem sido o “old funk” ou musicas rap em “club version”(versão para dança).

Segue-se elemento MC que é o rapper, o mensageiro, o da performance vocal, que dá ritmo a poesia . Atualmente existem varios tipos de MC’s, falamos de “battle rappers”(rappers de batalha) atacando e respondendo a outros MC’s, caracterizado como um acto competitivo, uma especie de jogo de conquista de espaço ou para definir o melhor, o termo “punchline” é usado para caracterizar cada golpe nas letras maioritariamente de auto-clamação. Mas o “punchline” é tambem uma caracteristica do “conscious rap”, onde o MC deixa um recado mais consciecializador. Há muitas outras designações para o MC atualmente.

Para o Classicohiphoptime o elemento MC centra-se na sua importancia como transmissor de uma mensagem de contestação e intervenção social, educativa e integra para o equilibrio das estruturas e dinâmicas da sociedade. O mais novo dos elementos é da conscielização, apontando a necessidade do conhecimento, digamos que é o elemento intelectual cujo os rappers mais conservadores veem como uma necessidade de extrema importancia. A constante escolarização dos rappers, a avaliação da sua atitude como um meio de comunicação.
Os elementos da cultura Hiphop tem muita coisa em comum para além de estarem ligados ao rap, tem todos a noção de conciecialização, apresentando-a cada um do seu modo. Entretanto sabemos que hoje em dia a informação mais mediática mostra um cenário completamente diferente dos conceitos e tendencias aqui definidas e isto pode manipular a opinião publica. O que até certo ponto pode fazer com que muitos observadores discordem com o que escrevemos, é o mesmo que dizer que não estamos a dizer que as coisas são assim, estamos a dizer que deviam ser assim, porque foi assim projectado e assim é que está correcto. Mas já dinâmica dos acontecimentos registou uma mudança onde o Dj deixa de ser o rapper animador ou “toaster” como era para os Jamicanos fundadores do hiphop, e passa ser que toca musica, passando a ser chamado MC, o animador, rapper e que lança a mensagem para o auditório. Mudou tambem com o tempo a base instrumental, pois antes era feita com base “reagge” nos ghetos de “kingston” e passou para o ragga e mais tarde no Bronx com Cool herk para bocados de Soul e Funk até o som que carateriza o hiphop moderno.

É no elemento MC que pretendemos , louvar, criticar e tocar varios nomes que tem desenvolvidoo elemento nas varias vertentes(Battle MC, Freestyler e Conscious). Na edição de 1 de Junho destacamos Chuck D dos Public Enemy, Big Daddy Kane, Rakim, Ice Cube, Nega Jizza, Possemente Zulu, Jeru The Damaja, Jay Z, Nas , Notorious BIG, Big L e outros. Já no Salão do rap nacional rodamos alguns nomes do rap local na prespectiva de serem definidos MC’s tocando sons de Duas caras, Flash, Tira Teimas, L Nato, Rage, Iveth, Sick Brain, K Real. Temos co-presente que e sublinhamos na edição passada que qualquer afirmação expressa nos nosso programas não se impõem como verdade absoluta havendo espaço para fluam outros pontos de vista com vista a equilibrar e enriquecer a informação para todos. Na proxima edição continuamos no destaque ao elemento já com convidados a mesa para a exposição e debate sobre o tema. Os convidados serão conhecidos ao longo da semana ou na proxima edição do classicohiphoptime.

Thursday, May 29, 2008

Ainda na sequencia do intercâmbio entre produtores, veja-se fotos

Prime akim tratou de captar as imagens desde o primeiro minuto, G2 aí não é para se sentar...
Hélder não está de luto, o luto em sí já é um estilo característico
-Here we go straight to the studio!
Produtor, tecnico, apresentador, sonorizador, etc etc...
Ladies & Gentles Mr Neuro do Paiol Sonoro
Nota: A história fotografica de Prime Akim não termina aqui...to be continued

Tuesday, May 20, 2008

Onda positiva no clássicohiphoptime, ainda no contexto da produção musical

O “Clássico hiphoptime” recebeu em estudio os produtores(e também rappers), G2, Prime Akhim, Gringo e Neurotoxina na edição de 18 de Maio, a propósito do mês dedicado aos produtores musicais influentes no circuito hiphop mundial e nacional. Era a vez, de outra, da extensa lista de produtoras existentes no nosso universo hiphop a participar. Há três edições transatas falou-se em Marley Marl, Pete Rock, Primo, RZA, Large Pro, Erick Sermon, NO ID, Eazy Mo Be, Dr Dre e J Dilla, tendo sido comentado em bastidores de BuCkWild, Beatminerz e outros, numa tentativa de refazer a imagem de produtores pioneiros da “fase de ouro” do Hiphop. Temos co-presentes que haverão certamente outros mais nomes neste interminável cenário “cyberurbanounderhiphop”, De seguida obtivemos o comentário de M’petula, Mak Da P e 7 Kruzes(seven) numa disposição semi-formal em que cada um interviu de acordo com o que está “viciado” na musica. Na edição de 18 de Maio fomos ao encontro de produtores influentes no circuito underground atual, influenciados pela famosa “golden era”. Illmind, Kevin Brown, Freddie Joachim, M phazes, Khrysis, 9th Wonder, Nicolay, The Are, Black Milk, S1, Oddisse e Marco Polo, muitos deles falam de Pete Rock, DJ premier e J Dilla e gêneros musicais inclinados para o jazz e soul, como influencia directa. Nesta edição, ouvimos, de acordo com o mesmo guião para M’Petula, MakDaP e 7 Kruzes, os comentarios de G2, Gringo, Prime e Neutoxina. Tambem exposeram os seus vicios na area da produção musical, fizeram fluir suas técnicas de composição de acordo com objectivos e preferencias pessoais e as ferramentas informáticas fácil ou dificilmente disponíveis no mercado.

Depois de uma breve auto-apresentação na hora da nossa passagem pelo tunel, fizeram definitivamente intervenção começando por falar dos produtores que mais apreciam e de como se envolveram com a produção musical. Já há reacções até aqui positivas sobre o modo tão sóbrio em que cada um falou das ferramentas que usa, dos problemas que tem enfrentado na relação rapper e produtor, tendo sido enumerado o da falta de compreenssão por parte de alguns rappers em relação a aquisição de produção instrumental. Deixaram ficar sugestões de como gostariam que fosse a exposição e venda de seu material e explicaram o que tem feito nesse sentido. Ajudaram o classicohiphoptime clarificar-se e a clarificar sobre o conceito “underground”, mais do que nunca um termo de estudo frequente e que não passa despercebido entre leigos, ignorantes e conhecedores da materia. Não faltou pedirmos aos convidados para que redefinam um modelo de luta contra falta de consciencia na cultura em geral. Há um registo em audio do depoimento de cada um e que provavelmente iremos apresentar de varios modos ao longo das próximas edições do “classicohiphoptime”.
O tempo, esse como sempre coloca os ponteiros e os numeros na hora certa e não espera por ninguem. Isso para dizer que faltou tempo sim, mas infelizmente o nosso tempo deve ser dividido com musica tambem. Com uma gestão futuristica cremos que a gerencia do tempo vai melhorar. Estes fóruns e cruzamentos de pensamento não vão faltar aqui pois o “classicohiphoptime” pretende ser um escape aberto e filtrado, sobre nossas posições em relação a musica. O que certamente você tambem espera aqui.

Monday, May 19, 2008

A amizade falou alto


O classicohiphoptime tem sido muito “camaleão” no intercâmbio entre Moçambique e Angola no que concerne a cultura hiphop. Dino Cross é um reporter e redator Angolano colaborador no site Hipflickz.com, onde se pode encontrar bastante “info” sobre o material rap de Angola, mas ultimamente Dino tem se dedicado ao seu “blog”, o dinocross.blogspot, onde se materializa neste momento o intercâmbio entre o rap de Angola e Moçambique. Dino já esteve em Maputo duas vezes nas quais manteve contactos frequentes com alguns rappers e produtores locais no sentido de conhecer a espinha dorsal do rap local, ainda não está lá, mas concerteza lá chegara com o apoio de todos nós. A propósito, os Rappers SSP reúnem-se para Show em breve, algo que já está a agitar os fãs. Os quatro preparam um concerto de acordo com Dinocross. Embora este grupo tenha um perfil pro comercial eles são sem duvida um exemplo de permanência e pioneirismo no rap de Angola sendo que nomes como Big Nelo figuram na lista dos pioneiros angolanos entre os quais Kool Klever um MC bastante respeitado em Luanda. Extraimos do dinocross.blogspot a noticai que da conta da reunião( para show) de SSP. Confira a seguir:


Desta vez o show sai, Paul G e Kuddy juntam-se a Big Nelo e Jeff Brown, a pedido dos fãs para a realização de dois exclusivos espectaculos dos SSP nos dias 29 de 30 de Maio no Cine Atlantico em Luanda, a partir das 20horas.Depois da experiência positiva que foi o último espectaculo do grupo em Luanda, em que o público foi surpriendido com a presença em palco do Kuddy, desta vez os fãs poderão recordar as coreográfias, os sucessos e as brincadeiras que caracterizaram a carreira dos SSP.Segundo Big Nelo, será posto a venda 6 mil bilhetes, ao preço de 2 mil e quinhentos kwanzas para cada show, o que da direito a um disco "the best of SSP" a ser lançado e comercializado no dia 24 de Maio. acrescentou ainda que de um tempo a esta parte que têm recebido inúmeros pedidos de fãs para que gravem um disco com os melhores temas do grupo ou que realizem alguns espectáculos, dai a satisfação da vontade dos fãs, apesar de que o grupo continuará depois o seu caminho com o Big Nelo e Jeff Brown".Recordar que os SSP foi formado no princípio da década de 1990, e foi inicialmente constituído por quatro pessoas: Jeff Brown, Big Nelo, Kuddy e Paul G e passam oito anos desde que o grupo sofreu o desmembramento de Paul G e Kuddy, reduzindo o grupo a dois elementos, é importante realçar que os SSP foram os grandes pioneiros do Hip Hop angolano e com 18 anos de carreira,carregam uma significante parte da trajectoria historica do hip hop em Angola.Desde o seu surgimento, conquistou os prémios de melhor álbum e grupo de Hip-Hop em 1997 (99% de Amor) e melhor disco e grupo de Hip-Hop/Rap em Angola e Moçambique em 1998 e 1999 (Odisseia).Com o mesmo disco ganhou o prémio Vidisco, em 1999, e com o álbum Alfa conquistou os de melhor disco e grupo Hip-Hop/Rap-2000 e melhor marketing-2000.Em 2002 foi considerado o melhor grupo da música moderna - prémio Moda Luanda-2002. Ainda naquele ano fez parte do projecto Puro Style, em conjunto com o grupo O2, com o qual gravaram o disco "Life".Parabéns a esta amizade que se reflete em bastante cumplicidade e que levará aos palcos a representação de uma época que marcou a juventude de muitos angolanos e Moçambicanos, fazemos votos que continuem a permitir que a amizade fale mais alto, pós SSP é uma marca desta geração que nem o tempo apaga.

Monday, May 12, 2008

Num lero com...M'petula, Seven e MaKDaP

Na edição de 4 de Maio do “hiphoptime”, começou o destaque a alguns dos produtores mais influentes desde inicios da chamada “golden era” do rap. Rodamos temas de 10 produtores: Large Professor, Pete Rock, Marley Marl, DJ Premier, Dr Dre, Eazy Moe B, No ID, J Dilla, Erick Sermon e RZA, tudo isto na passagem pelo “túnel”, a rubríca que dá lugar ao mais refinado das novidades do rap norte americano e circuitos derivados dele em todo o mundo.

Na edição de 11 de Maio rodamos musicas produzidas por apenas 4 dos 10 produtores escolhidos para destaque na edição de 4 de Maio. Neste caso foram: Marley Marl, Pete Rock, DJ Premier e J Dilla, numa edição em que pedimos o comentário de Mpettula, produtor e rapper do grupo 1788, MakDaP, produtor do grupo Muhyve Records e proprietário do makdap.blogspot.com, e rapper e produtor 7 Kruzes, tambem simplesmente chamado Seven. Mpettula, Seven e Mak foram chamados a denunciar alguns entraves no relacionamento entre produtor e rapper, e explicaram como tem estado a disponibilizar os seus trabalhos, e uma das necessidades muito visível, é a de muitos produtores estabelecrem um contacto profissional por causa do aumento da solicitação de seus trabalhos. Mpettula, diverge de 7 Kruzes e este por sua vez é diferente de MakDaP, no tipo e composição. Seven tem uma linha caracteristica que segue o tipo de composição de DJ Premier, até porque ele confessou, não só nesta edição de ser fà incondicional de DJ Primo, já M’pettula opta por influencias de Marley Marl e Pete Rock na linha de Lords of the Undergroun, Fu Shnickens ou até mesmo do “Jump around de House of pain. As produções musicis de MakdaP são totalmente singulares, apesar de algumas vezes usar samples já conhecidos a nivel mundial, ele faz a sua maneira e não deixa de lhe dar aquele toque bastante seco das caixas e bombos que usa. Estes não foram chamados ao nosso programa por serem “melhores” naquilo que fazem, mas simplesmente por serem “bons” no seu trabalho. Vemos no produtor um grande trabalhador e por isso neste mês do trabalhadores homenageamos os mesmos.

Na próxima edição, isto é a 18 de Maio, vamos dar continuidade ao destaque especial a novos produtores, influenciados pelos nomes anteriormente citados. No segundo tempo do classicohhtime não houve uma rigidez na compilação musical, pelo facto de explorarmos mais o espaço “Num Lero com...” MAK, Seven e M’Pettula. De seguida vai o “playlist” da edição de 11 de Maio

Playlist Classicohiphoptime, 11 de Maio de 2008
Das 14h às 15h
1-Marley Marl-“Who’s sicker?” feat The Hemmingways
2-Lords of the Underground-“What Y’all wanna know”
3-Marley Marl e KRS One-“Hiphop lives”
4-Pete Rock e CL Smooth- “Carmel city”
5-Deda- “Bla no”
6-Ghost face Killa “Be Eazy” feat Trife
7-Dilated Peoples- “ clockwork”
8-Craig David 7 days (DJ premier Remix)
9-NYG’z- “Giantz to thiz”
10- A Tribe called Quest- “The Love”
11-Keith Murray- “Keep it Jiggy”(J Dilla remix)
12-Busta Rhymes feat Q tip- “U can’t hold the torch”

Nas fotos em cima: Cenas de estúdio com Mpetulla, 7 Kruzes. Mak da P e Hélder Leonel

Azagaia esteve no Clube Naval






Embora não sejam fotografias de qualidade, deixamos aqui ficar imagens do espectaculo de Azagaia no passado fim de semana(10 de Maio) no Clube Naval, uma vez mais a Mozlog.co.mz, um portal de informação nacional e internacional organizou o “show” do qual Azagaia fez se acompanhar da banda Just jazz(Cremildo, Muzila, Artur, Elcides, Isaac e Fidy) desta vez com elementos novos como:Nelma Mpfumo na voz adicional, Samito na percurssão, Nguilozi na flauta trasversal e um corpo de violinos constituido por dois jovens, pelos vistos um aparato para que se chegasse perto das composições originais. Azagaia, repou, mordeu-se de tanto repar e não deu intervalo com tanto liricismo até ao fim. Marcado para as 22 horas, o “show” só começou com cerca de duas horas de atraso, mas no entanto nos pareceu ter havido compreenssão por parte do público. Este é o segundo espectaculo realizado pela Mozlog naquela sala de “bilhares e copos”. O primeiro foi com TrioFam alguns meses atrás, acompanhados pela mesma banda. O MC de hospedágem ao publico presente foi Hélder Leonel que tambem serviu como DJ levando aos “speakers” sons hiphop e R&B como Dwelle, Pete Rock, Da Brat e Jimmie Collum, Brand Nu Heavies e ainda bolos de surpresa de rap local, momentos singulares. Seguem-se outras fotos do evento