Thursday, January 31, 2008

História no Africa Bar


Depois de varias sessões de musica rap “live” que tiveram o seu inicio pela primeira vez naquela casa no ano passado, O “Trio Fam”, um dos grupos conceituados de street hiphop do nosso meio(Cinzel, Kaus e Kloro) aterrou o Africa bem no inicio de 2008 para um show a convíte de um grupo de produção de entretenimento chamado “Disciplus”. Trio Fam tem sido a bastante tempo um dos unicos grupos hiphop a escalar grandes palcos da nossa capital.

“Roda do Hiphop” é o titulo do evento que periodicamente chama um grupo e coloca a banda “Ndyangu” como acompanhante instrumental. Por esta “roda do Hiphop” já passaram nomes como “M Eighteen”, “MadGuns”, “Izlo”, “Iveth” e outros. Dissemos História no Africa bar, mas é história do Hiphop também. Há muito que não se verificava uma enchente em show Hiphop que dificultasse até a circulação de pessoas até sexta feira de dia 25 de Janeiro, tendo havido gente que nem se quer entrou e preferiu ficar nas redondezas do Africa bar. Há indicações de que alguns shows relacionados com rap, tem registado afluencia assinalável desde meados do ano passado até os nossos dias. Recordar aos amantes do Rap que o nosso apresentador Hélder Leonel foi que levou pela primeira vez os Trio Fam ao Africa Bar em comparticipação da “Track” no lançamento do single “Dj’yeah Dj’yeah”. Mais tarde apenas “Kloro e Kaus” viriam a participar uma vez mais com a banda Ndyangu na segunda edição do “Aquario Soul” eventos também liderados por Hélder Leonel, volvidos alguns meses O Trio Fam escala o mesmo recinto e como ironia do destino sufoca o bar com uma presença inesperada do publico desta feita com a produção de Disciplus.

O “Classicohiphoptime” aperta a mão dos membros do Trio e faz votos para que continuem a gerir de forma bastante artistica a sua carreira. Apesar de faltar ainda alguma coesão técnica com a Banda, o show foi um marco histórico. Hajam mais grupos hiphop crescendo tecnicamente e fazendo atuações de relevo. Nos parece que o Hiphop está sempre renascer e só depende de seus protagonistas. As insufieciencias da nossa reportagem fazem-nos alertar aos navegantes, leitores e ouvintes que a foto mostra o Trio atuando no coconuts e não africa bar.

Thursday, January 17, 2008

“Illmatic” de Nas e “7 Kruzes” em destaque na 3ª edição do Classico HHT


Na edição que segue, passaremos em revista um dos dos melhores albuns de Hiphop de todos os tempos, resgatando sons de primeira classe underground. “Illmatic” de Nas, para reviver, explorar e imortalizá-lo. Para além disso vamos também dar-lhes alguns toques sobre a discografia dos Lil Brother. Discografoa esta que vai também passar em Revista na edição 4. Por agora importa referir que na edição 3, 20 de Janeiro de 2008, vamos revisitar e desta vez ao pormenor o disco Illmatic, um album histórico para “Nova Iorque, “Queens”, “East Coast” e para o rap no geral. Alguns concerteza questionarão porquê lembrar, “velhadades”( para dizer algo que não é novo). Já há uma ideia pré-concebida neste espaço de que é importante fazer do clássico a perspectiva para o futuro. É pouco mas ajuda para uma melhor percepção na tragectória do artista e do seu envolvimento com o Hiphop. Entre albuns de instantes e albuns para sempre, está o Illmatic como uma obra de todos os dias.

Já na segunda hora vamos rodar os dizeres de kelesa como forma de orar para um 2008 são em “cabeças no lugar”. 7 Cruzes é o produtor e rapper que terá espaço para dizer-nos sobre as actividades por de trás da sua pessoa “Num Lero com”enquanto isto rodamos variados de alguns do mais “finest”( na nossa opinião) Hipnacional. O passo seguinte é só o de sintonizar Domingo as 14:00 horas levantar voo connosco em 97.90.

Os “Brocken beats” da Stones Throw Records


As Histórias que se contam de geração em geração falam do numero treze como o de azar, não importa aqui referir o pressuposto para que tal numero tenha sido associado ao azar mas o facto é que a segunda edição do “Clássico Hiphoptime” foi no dia 13 de Janeiro e foi marcada na sua primeira hora(14 às 15h) por uma passagem pelo túnel com aquele tipo de problemas técnicos que só uma atenção especial poderá ter detectado. Depois de trinta minutos marcados por sons “Underground da “West Coast” tipo: “The Away Team”, “Sivion”, “The Thyrday” e “Rasheed Hadeed, entramos nos trinta seguintes com “Dudley Perkins a.k.a Declaime” cantor e rapper que está na alçada da “Stones Throw Records” mais tarde rodamos outros nomes até as 15:00h, vejam só o nome da produtora: “Atira pedras” records. Não sabemos qual o verdadeiro conceito do nome, mas a ideia aponta ser de qualidade criativa. As pedras vieram cair em nós, que antes contavamos ser quem as atiraria. Como disse no inicio foi exactamente no destaque aos artistas da “Stone Throw Records”(Madlib, Jaylib, Lootpack, etc...) que começaram as falhas, falhas essas que na verdade não constituem azar, mas sim a falta de uma maior atenção na elaboração da compilação musical. A todos os ouvintes fãs da “Stone Throw records” e seus diversos “beats” as nossas desculpas por alguns erros. Já na segunda parte( Salão do Rap Nacional) foi mesmo a deslizar sem nenhum “stress”. Sem “stress” também esperamos que essa edição de 2 de 13 de Janeiro tenha chegado ao seu receptor em boas condições.

Wednesday, January 9, 2008

Despreguiçando pelo caminho


Na foto:...alguém dos que estiveram presentes no espectáculo de Natal da Radio Cidade em 2006 se lembra de um dos momentos mágicos do nosso rap?


O show das tardes de domingo na Radio Cidade transitou para 2008 antecipadamente faltando 1 dia para tal. A propósito da saída de 2007 fizemos uma edição de rap local.
Na edição anterior fizemos uma visita de regresso ao mais destacado na passagem pelo Túnel e com a ajuda de “Kelesa” aka Cremildo Baule, professor, catequista, escritor, ouvinte e colaborador do Clássico Hiphop time, lembramos no Salão do rap nacional albuns de rap lançados nos finais de 2006 e em 2007. Em forma de entrevista, comentários, crónicas e artigos ficou o nosso máximo para informar e entreter os nossos ouvintes sobre o “pulsar” do Hiphop Underground no mundo e por aqui. Já no dia 6 de Dezembro de 2008 arrancamos as 16:00horas com Rap local e na voz de saudação dissemos:... “Abrimos o “classico Hiphop time” em 2008 com rappers mulheres não houve melhor escolha para cumprimentarmos os ouvintes no novo ano. Edição n° 1 de 2008 dando continuidade ao passeio pelo tunel. Hélder Leonel e seus coalboradores desejam um ano de sucesso no tecido social que segura o hiphop nacional e a todos ouvintes do “ classico Hiphoptime” na Radio Cidade. Nonchalant, MC Lyte, Bahamadia e YoYo deram sua vozes para um tema dizer cujo o significado é histórico para os afro-americanos “Keep on Pushing...”

Foi a locução inicial e saudação na primeiríssima edição de 2008, dia em que morre em 1993 “Dizzie Gillespie” trompetista jazz, compositor e líder de orquestra. E porque pretende-se que assim seja, da-lo-êmos conta da listagem musical e conteúdos de cada edição. Segue já a lista de musicas que foi a selecção para toda a primeira edição de 6 de Janeiro de 2008.

Clássico Hip hop time 6 de Janeiro de 2008 edição n°001/08
16:00horas

Primeira hora( O túnel)
1-Nonchalant, Bahamadia, Yo-yo e MC Lyte-“keep on pushing”
2-The Game-“Runing”
3-Mobb Deep-Capital H, capital P
4-Notorious B.I.G.- “It Was all a dream”(Pete Rock Re-invented remix)
5-Nas- “Hiphop is dead”
6-Big Pooh- Between the lines
7-Balhead Slick and the Click- “in here” feat KIlla priest, Timbo King & Balck Jesus
8-Odisse “gentrification” feat Kev Brown
9-9th Wonder & Mediam- MAD
10-Omegah Watts “no delay”
11-Braille-“Hip hop is music”
12-The Upstarst-“Grand Design” feat Grup Luva & Kev Brown
13-Snoop Dogg Promisse I

Segunda hora (Salão do rap nacional)
1- Arma Du-“The last Meal” feat. Kloro, Arma Du, Pija Pija, Squeeza, Shakal, Flash, Carbono, Azagaia, Ozy...
2-Azagaia- “As mentiras das verdades” Paiol Sonoro remix
3-Almas Habitantes “meu desejo”
4-Kapa7’s Azuis “perdão do Craft”
5-Kapa 7’s Azuis “Africa”
6-Insignias “Ponha nuas, palavras cada vez suas”
7-7-Small P “faces” da vida
8-Gringo(Bitologista) “Rapness”
9- Soldielctor “contemplando a tua beleza”( não rodou)
10-DRP “Bounce”
11-Fat Lara “raciocina”
12-Xiti ku Ni Mbaula “a kaya”
13-Sick Brain “Hiphop”(Love of my life)

Stone Throw Records é uma produtora musical hiphop, jazz Soul e R&B de que é proprietário o rapper e produtor Madlib, na edição que segue vamos rodar e dar lhe a conhecer alguns dos nomes que estão na alçada desta produtora. Isto na nossa pasagem pelo tunel da segunda edição deste ano e e como sempre o Salão do Hiphop nacional agurada surpresas....até Domingo

Thursday, December 27, 2007

"Update" urgente antes pelo menos antes de 2008


Há muito se faz sentir a nossa ausência em relação a novas postagens no blog. É verdade... não é facil conceber, produzir e editar as varias edições do “Clássico Hip hop time”. A próxima edição pretende por sugestão de “FreeYamind” nos ultimos dias denominado “Primo Sparazza”, fazer o que já vinhamos fazendo de uma forma arbitrária. Lembrar “hits” Underground de 2007 e mesmo aqueles que nos cairam em cima no final de 2006 e consequentemente fizeram-se sentir no ano seguinte. Vão ser lembrados até a ultima edição do ano nomes como Kenn Starr “Starr Status”, Common “Finding Forever”, Jazzy Jeff “The Return of the Magnificent”, Black Milk “Popular Demand”, Talib Kweli e Madlib “Liberation”, Pharaoe Monch “Desire”, Kev Brown “The Brown album”, KRS One & Marley Marl “Hip hop Lives, “DJ Mitsu the Beats”, “Grooveman Spot”, “The Strange Fruit”, “Speacial Teamz”, “Sean Price”, “The Procussions”, só para citar alguns grupos que foram destacados nas sessões da rubrica “O Tunel”.

Este ano foi marcado por uma nova dinâmica de apresentação de musica e info, e por explorar e divulgar diversas formas discográficas de apresentação musical. Mixtapes, Colabos( entre rappers ou entre rappers e produtores ) albuns, remisturas, compilações. Isto aconteceu também entre o rap local embora em muito menor percentagem, mas há que dar graças e incentivar a continuação da mesma dinâmica. A ideia não é sermos politicamente correctos na revisão do que foi o Clássico Hip hop time em 2007. Fomos agredidos de varias formas, directa ou indirectamente. Os agressores estavam em seu campo de razão muito por concepções pessoais sobre como levamos adiante a cultura Hip hop através da radio dando criticas derivadas de motivos autênticos em certos momentos, mas em outros simplesmente por má compreenssão do nosso perfil antes como musicos artistas do que sermos rappers . E de repente fomos varias vezes ao estudio auditório discutir pendentes sobre nossa evolução como rappers, produtores, compositores e liricos. Assistimos a varias atuações. O ano foi também marcado por uma série de shows rap que priorizaram banda.

G pro feat. Duas Caras e Cem Paus “Dzuku pandza”, Azagaia “As mentiras das verdades”, Simba”Run and tell your mother”, Y Not “tudo se vende tudo se compra”, “Mais Hiphop no teu ouvido”, Trio fam “continência”, o grupo de produtores “Paiol Sonoro”, DJ Speech, Prime Akim. Almas Habitantes, o Rapper Pitchó, L Nato, Xitiku Ni Mbaula, F&G, Tira Teimas e Muhyve Records, Micro 2, são alguns dos grupos que se destacaram ou foram mais destacados no salão do Rap Nacional( segunda hora do ClassicoHiphoptime). Certamente o irão ser também no ano que vem. Choramos a morte de Fat Lara. Lamentamos o grande “beef” não só entre géneros musicais mas entre rappers também, e foi com muito gosto que não mais quisemos fazer pompa, já que não violência é nosso método de acção. Como em todos os anos, vão ficar coisas por fazer . Parece que temos a consciencia de termos que fazer alguma coisa pelo Hip Hop. Mas as vezes se confunde o objectivo entre desenvolver a cultura ou abusar da cultura.


O programa de radio, o blog e as iniciativas “On the road” vão dar que falar no ano que vem pois pretende-se aqui uma sincronização que indica o paralelismo na obtenção e uso dessas informações. Estas não são promessas mas sim planos para serem implementados que constituem nossa vontade como agentes ao serviço do desenvolvimento da Kultura Hip hop em Moçambique.

Boa passagem de 2007 para 2008 para todos os nossos ouvintes e seguidores do Hip hop.

Hélder Leonel Malele

Thursday, November 8, 2007

Colectivo Aquario Soul volta a Aquecer


Depois de mais de um mês ausentes o colectivo “Aquario Soul” volta ao palco do Africa Bar para trazer mais um momento da habitual conexão entre o Hip hop, Jazz e a musica de alma(R&B, Neo Soul). Mantendo a mesma postura e seguindo a tradição de rodar algumas vozes de nivel singular no panorama da musica jovem. “Aquario Soul” veio sempre mostrar formas inovadoras de estar na musica sem seguir linhas que procuram aflitosamente por um sucesso comercial.

Sem destaques televisivos, radiofónicos ou até mesmo discográficos os artistas que passam por estas sessões reúnem um punho de gente cuja a fidelidade reside no facto de tais artistas fazerem musica de “sabores especiais” e que perdure no tempo. O colectivo chega a sessão nº 3 do Aquario, sessões essas que contaram com a rotação de varios nomes como o duo F&G, os Trackianos First Class e Kloro, da mão de Mashani o jovem Nárcio.

Aquario Soul é composto essencialmente por quatro musicos ainda em regime de amadores sem nenhuma formação intergral sobre musica, mas as suas experiencias mostram haver um contacto sagrado com a musica e a cultura em sí. Os quatro musicos são Nelma Mpfumo, Miguel Xabindza, Bhakka e FaceOculta. Os quatro desenvolvendo estilos distintos mas da mesma familia, musica que prioriza o poema, a arte, a vida e a criatividade. Dos generos em causa , Afro Jazz, marrabenta, neo soul, funk e hip hop. Não se dissociando da nossa cultura. Os intrumentistas do Aquario, Banda constituida por Cremildo na Bateria, Elcides na Jazz Guitar, Artur no Baixo, Fidy no teclado e desta vez o puto Abbas no Sax alto. Voltam com nova disposição depois da viagem para Noruega para atuações no âmbito do projecto UMOJA.

Desta vez para além dos artistas residentes vem também o prodigioso, maestro, compositor, guitarrista e interprete Alfa Thulana, musico que aparece na esteira duma educação religiosa e duma escola de vida no canto coral, o que fá-lo atuar com “Dynamic Yoth Coir”, para além de ser solista . É um momento para não perder devido a sua tendência de imobilizar a assistência atravês da sua performance.

Outra nova aparição nos programas do Aquario Soul é Duo Xitiku Ni Mbaula que tem em S-Gee e Dinguizwaiu autênticos tropas dum “Xitokozelo”(Declamação) em bases Hip hop. Os bairros Singatela e Patrice Lumumba podem de facto louvar esta dupla que os representa como “Rongas” de categoria. O publico pode tirar “o cavalinho da chuva” porque o rap de Xitiku ni Mabula não vai ser em Português. L Nato ou seja Lírico Nato um rapper de mensagens que tocam a qualquer um, missionário de mensagens de luz marca presença pela segunda vez nestas sessões. Para o colectivo é indispensável a sua participação nesta edição.

Palavra de ordem é “Celebrar a cidade” porque os eventos devem ser temáticos. Refletindo na diversão e celebrando 120 anos da cidade. E como se sabe, terminadas as apresentações em palco, as sessões Aquario Soul continuam com o conceito de “Disco” sem preservativos nem adictivos. DJ’s Celsinho(variedades), Hélder Leonel(Hip Hop Time; Sabor Azul) e DJ Speech(Scratches, Cuts, Breaks). Um ingrediente não menos importante será habilitar-se a um sosrteio que oferece brindes pelo dia da cidade. Não perca o “Tchilling” num estilo inovador e próprio da Khensani Produções. Aquario Soul dia 10 de Novembro no Africa Bar as 22 horas.

Monday, November 5, 2007

Azagaia prestes a disponibilizar "Babalaze"


Vem vindo o próximo album e desta a vez solo pela primeira vez do controverso rapper Azagaia com “Babalaze”. Veio oficialmente dizer-nos que finalmente e após ano e meio de gravações vai apresentar-nos o disco a publico e para uma sessão de autógrafos no Restaurante Mimmos da Avenida 24 de Julho no dia 10 de Novembro. Azagaia esteve participando no Clássico Hip hop time de 4 de Novembro e falou-nos de todo um conceito e estrutura que está presente no disco. Maior parte de “Babalaze” centra-se em temas de reflexão, o album inclui temas como “As mentiras da verdade” que já havia sido lançado como single de avanço do mesmo, “a marcha”, estes já com Videos a “girarem” na T.V.(STV e T.I.M) e outras propostas aliciantes como “Chat TV”, “O ciclo da censura”que rodaram parcialmente na edição de 4 de Novembro do Clássico Hip hoptime. Uma pequena percentagem do disco trás temas que espelham outro âmbito de temas, sendo os temas refletivos centro do trabalho de Azagaia. Bliscar, acordar e servir de Canal para evidenciar problemas sociais e políticos é a principal tarefa do Rapper neste disco e como artista no geral. O classico Hip hop time recorda aos ouvintes e Cybernautas que Azagaia participa no ultimo single da Dama do Bling num tema em os dois partilham Sociedade e Politica como abordagem. “Babalaze” estará disponivel apartir do dia 10 de Novembro as 10 horas no Restaurante Mimos da Avenida 24 e Julho. O momento servirá também para a assinatura de autógrafos. É de louvar o elenco de produtores presentes neste disco, falamos de Mr. Dino, Aires Slang G, Destroy Bravo, FreeYamind, Scam e ainda DJ Ardiles.